Capítulo I

Meninas! Mais uma história que vai ajudar vocês a entender todo o processo da importância da autoestima e da qualidade da energia nas nossas vidas. Espero que vocês gostem!
Kathe era uma moça tímida, cabelos cheios e pele clara. Antônia, sua mãe, era uma senhora sofrida, com o casamento acabado e muito enérgica com a filha. Amargurada pelos acontecimentos da vida, descontava as suas frustrações na moça. Kathe era cheia de vida, havia terminado a escola e tentava entrar em uma universidade. Com a rotina de estudos bem puxada e com uma mãe que a proibia de tudo, nunca tinha namorado sério. 

Kathe iniciou um cursinho preparatório para o vestibular e um mundo novo se abria para ela. Pessoas novas com o mesmo objetivo: passar no vestibular. Seu primeiro dia de aula foi um misto de frio na barriga e curiosidade. No caminho para o cursinho pensava que estudaria muito para conseguir passar, mas uma onda de tristeza também estava presente. Sua relação com a mãe não era boa, as condições financeiras da família estavam bem difíceis e ela precisava deixar essas preocupações de lado para conseguir se concentrar nas aulas. 

A mãe era muito complexada por não ter completado os estudos e ter uma filha na universidade era uma maneira de mostrar à família e às amigas de que ela era capaz. 

A melhor amiga de Kathe, Lea, era sua amiga desde a época do colégio. Lea já estava na universidade e conseguiu entrar logo na primeira tentativa, o que causou uma grande briga entre Antonia e a filha.

– Você não passou, né?

 – Não…

– E a Léa?

– Passou sim!

– Nossa, a Lea é inteligente… estudiosa, esforçada. Não é uma vagabunda e preguiçosa como você! Bem feito que você não passou, você não estudou e não se esforçou o suficiente. A Lea sempre foi esforçadas e tirava boas notas, um orgulho para os pais dela. Eles devem estar tão felizes. 

Kathe já estava cansada de ser comparada aos outros. Sua mãe sempre fazia isso, desde quando ela era pequena. Comparações de quem crescia mais, de quem tinha a letra mais bonita, de quem tinha o caderno mais organizado, de quem nadava mais rápido, de quem tirava as notas mais altas…para a mãe,  ela era sempre a pior, a incapaz, a que fazia tudo com limitação e as outras sempre melhores que ela. A autoestima de Kathe estava destruída e sua mãe nunca lhe disse uma palavra que pudesse ajudar.

O cursinho que Kathe frequentava era para alunos de baixa renda. Ela havia tentado uma bolsa de estudos no melhor cursinho da cidade, mas não conseguiu alcançar a pontuação. Um dia antes da prova, ela ligou para Lea e as duas começaram a conversar sobre a prova e a mãe de Lea, Isabel, escutou parte da conversa e disse da cozinha:

– Ah, a Kathe vai fazer aquela prova para conseguir a bolsa? Faz a prova pra ela, Lea!

Kathe escutou aquilo e seus olhos encheram de lágrimas. Por que a vida era assim tão injusta com ela? Até aquela ignorante da Isabel tirando sarro dela? Ela sabia que sua mãe reclamava muito do seu desempenho escolar para a Isabel, que sempre muito orgulhosa das notas da filha, usava isso para se sentir superior a Antônia. E Antônia caía igual um pato.

No cursinho, Kathe estava se esforçando, era assídua e, apesar de ter que acordar às 5 horas da manhã, pegar o ônibus e atravessar a cidade para assistir às aulas, estava feliz. Ficar longe de casa, da antiga escola e das cobranças de Antônia não tinha preço. Ela conheceu outras pessoas e se descobriu uma pessoa muito melhor. Duas vezes na semana ficava estudando na sala de leitura do cursinho e seus estudos avançaram bastante. 

O cursinho, mensalmente, aplicava um simulado para que os alunos testassem seus conhecimentos e Kathe estava muito contente com os resultados. Mas evitava contar para a sua mãe com medo de escutar “não faz mais do que sua obrigação” e também não comentava com Lea, pois ela tinha medo que a amiga achasse que o nível do cursinho fosse baixo e lhe desse parabéns por pena.

Após 3 meses de aula, Kathe começou a conversar com um colega de classe, Beto. Ele demonstrou interesse e Kathe nem sabia como lidar com essa situação.

E agora? O que será que vai acontecer? Será que ela vai dispensar o rapaz ou vai dar continuidade às investidas? 
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5 respostas a Capítulo I

  1. Flor diz:

    Boa tarde! Namoro a mais de dois anos e nós gostamos muito. Depois de muitas brigas no nosso relacionamento e algumas separações, algumas coisas mudaram.
    Se cobro algo dele, ou falo algo que ele não gosta, ele já me chama de insuportável que não tá mais aguentando isso é aquilo. Mas passa alguns minutos e como se nada tivesse acontecido começa a me fazer carinho me abraçar. Sendo que as vezes ele faz falta de educação na frente de outras pessoas. Gosto muito dele, qual atitude devo tomar?

  2. M Ayla diz:

    Gosto de ler esses textões! Curiosa pela história. Quero me emocionar e me impulsionar ao ler cada parte! Mas tenho duas perguntas… Vou resumir. Conheci um cara e a conversa fluía então fizemos uma aposta. Isso antes do primeiro encontro. Não sei o motivo da aposta mas dei um livro logo no primeiro encontro porque tinha apostado. Sempre cumpri e honrei minha palavra. Acha que dar o livro causou má impressão? Só fiz isso pela aposta e não pra conquistar/amarrar ele. Faz tempo isso mas fiquei pensando hj. Apesar que ele disse que não tem percepção ruim de mim. Queria dizer também que nao estou procurando um amor mas não sinto interesse dos homens em mim…Tipo de conversar, conhecer… Etc. E quando raramente aparece alguém não é meu tipo, nem dou abertura. A outra pergunta é que… O comentario que fiz da amiga pegar ex… Aconteceu comigo. Acreditei que fosse uma boa pessoa mas depois vi quao suja ela é por dentro e fora. O que fazer? Sei que devo ser madura. Mas pensei agr que ela poderia ia fazer mais disso para me atingir. Deus me livre e me guarde! Amem! Bjsss Pri

  3. aninima diz:

    Linda, me tire uma duvida !
    depois de dias de um belo gelo bem dado do cabra, e ver que ele insiste muito devemos dar uma chace? e se dermos temos que impor respeito, tipo falar mesmo na lata que ele não deve brincar com meus sentimentos e devemos parar por aqui.E qual seria a reação dele ?

  4. Mah diz:

    Pri, tudo bom? Meu namorado foi comigo em uma festa da família dele, aí tinha uma menina bem mais nova, de 14 anos, e ele e sentou na frente dela e ficou conversando só os dois…eu fiquei totalmente sem lugar, com a minha “sogra”, em outro canto. A menina é doida com ele, e ele usa isso pra me deixar mal…como devo reagir?

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